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Regras de condomínio: como lidar com quem não as cumpre ?

Regras de condomínio

Nós vivemos em um mundo que tem regras. Portanto, não é de admirar que existam regras de condomínio. Entretanto, também é muito fácil encontrar condôminos que não as cumpram. O que fazer?

As regras de condomínio sempre podem causar polêmicas. Nem todo mundo concorda com o que foi decidido em assembleia. Algumas pessoas pensam que podem descumprir algumas regras e não prejudicar ninguém. E sempre tem aquele morador que nem sabe quais são as regras do condomínio.

Entretanto, isso não pode acontecer, muito menos de forma recorrente. Portanto, é muito importante que haja uma fiscalização forte para garantir que a harmonia do ambiente está sendo garantida graças ao cumprimento de todas as regras estabelecidas.

As regras de condomínio e sua divulgação

As regras de condomínio devem ser decididas em assembléia. Além disso, o síndico pode determinar algumas medidas a serem tomadas para a solução de problemas sem a necessidade de convocar uma reunião.

Isso acontece pelo fato de que alguns problemas precisam ter uma solução mais rápida e, portanto, sem tempo para burocracias.

Mas, em geral, todas as normas do espaço são definidas com a colaboração de todos. Assim, por mais que algumas pessoas não concordem, o regimento interno se torna o mais democrático possível.

Porém, como nem todo mundo participa das reuniões e muita gente pode esquecer de algumas medidas acordadas, é importante que tudo esteja disponível para todo mundo a qualquer momento.

Como? A melhor forma envolve o uso de tecnologias. É importante que os informes sejam enviados por e-mail ou se mantenham contidos em aplicativos do condomínio.

Se a opção for pelo constante envio de emails é muito interessante que o regulamento seja enviado de forma periódica. Assim, você impede que alguns condôminos usem desculpas como “eu esqueci” ou “eu não sabia”.

É preciso dar exemplo

Se você pesquisar rapidamente no Google sobre regras de condomínio, perceberá que existem reclamações relacionadas a síndicos que ignoram algumas normas definidas pela assembléia.

Pensando que seu poder no condomínio fornece carta branca para determinadas atitudes, essas pessoas não percebem que seu comportamento pode ser extremamente prejudicial para o convívio.

Por isso, é fácil definir que os síndicos são os que mais devem cumprir as regras estabelecidas. Pois somente assim eles poderão fazer uma fiscalização efetiva.

Explique as motivações das normas

Como eu disse no começo do texto, às vezes as pessoas não levam as normas a sério. Acontece. Por isso, antes de mais nada é preciso trabalhar na conscientização dos moradores.

Ou seja, explicar o motivos das regras e por que elas não podem ser quebradas. Por exemplo, se há uma regra que estabelece que ninguém pode ouvir música alta depois das 22 horas. Mas um apartamento está vazio e o morador do andar de cima acredita que isso é motivo para flexibilização dessa regra.

É preciso fazer essa pessoa entender que o som dela pode ser ouvido em outros apartamentos. Além disso, é necessário mostrar que se uma pessoa quebra as regras e não sofre nenhum tipo de punição, logo todo mundo começará a pensar que pode fazer o mesmo.

Fiscalize

Em outros momentos do texto eu falei sobre fiscalização. Entretanto, acredito que seja importante frisar um pouco melhor a questão.

Quem nunca ouviu: “Mas aqui não tem radar”?

Acredito que seja um bom exemplo a fiscalização eletrônica de velocidade dos carros. Quem nunca ouviu alguém dizer a frase “Mas aqui não tem radar”?

Da mesma forma, se os condôminos não perceberem que há uma fiscalização e que há uma consequência para quem ignora as regras, eles se sentirão mais livres para infringi-las.

Portanto, você precisa deixar claro o que poderá acontecer em caso de descumprimento e, além disso, de reincidência.

Por exemplo, você sabe que dependendo da gravidade do que o morador fizer – ou da quantidade de vezes – você pode pedir punições judiciais.

Mas essa, definitivamente, não pode ser a primeira abordagem. É claro que você está dando chances, conscientizando e relembrando as regras do condomínio. Entretanto, o trabalho não pode e nem deve parar por aí.

Se alguém é denunciado ou flagrado cometendo um erro, essa pessoa deve receber advertências e multas – que crescem de acordo com as reincidências.

Só parta para decisões extremas se a situação se tornar insustentável ou se for grave demais.

Fontes 1 e 2

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